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Plantar sonhos é aguardar a revelação... o mistério da eternidade... Buscar certezas é desafiar a essência do amor... Colher pétalas é mergulhar na ondulação da alma, transformando pedras em flores, plenificando a vida na serenidade do coração ou na pulsação da ternura... A você que, como eu, buscamos pétalas nessa longa e árdua caminhada em direção ao coração!... 29/05/02- resomar
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Quinta-feira, Novembro 03, 2011
teste
posted by Resomar at 11/3/2011 12:44:07 PM
Domingo, Janeiro 17, 2010
teste
posted by Resomar at 1/17/2010 11:42:17 AM
Quarta-feira, Outubro 15, 2008
teste
posted by Resomar at 10/15/2008 10:33:24 AM
Sexta-feira, Agosto 03, 2007
O coração estremece na permuta de momentos...
Arranco dos sentidos um eco despercebido, amordaçado...
Descubro a indignação suada,
lutas correndo ladeiras,
corpos adormecidos...
Paro para captar o sentimento ausente,
a pergunta esquecida na escuridão do asfalto interrompido...
Aguardo tuas inexploráveis razões,
perfume revelado acordando a possibilidade do encanto renascer...
Nada seduz o pensamento amargo...
Nada refaz a dor no vigor de teus acessos,
abandono atravessando cortinas,
magia compondo contradições...
Nada liberta a alma na angústia de um olhar vago a bocejar pressa,
sombras empoeiradas...
Penetro na expressão ingênua de tuas pulsações...
Desvendo tuas intolerâncias...
Displicente, a lágrima escorre em teu corpo esmagado de lamentos...
A noite fria se transforma em saudade,
necessidade enlouquecida e sedenta de ser!...
21.07.2007 - 17:30h (resomar)
posted by Resomar at 8/3/2007 08:18:58 PM
Segunda-feira, Julho 30, 2007
Quando penso em ti a distância abarca o tempo,
pulsações de solidão desafinam a alma...
Tua voz (re)clama o toque de um olhar,
esperança descrevendo o amanhã nublado e ausente...
Quando penso em ti estranhos pensamentos se perdem
na imposição da razão,
desencontrados gorjeios,
extrema escuridão...
Na pretensão de amar-te
invisto no percurso retalhado e anônimo,
passos feridos em busca da travessia...
Silenciosos riscos envelhecidos,
paixão transformada no sentimento vivo de ser...
07.07.2007 - 22:00 (resomar)
posted by Resomar at 7/30/2007 09:39:23 PM
Sexta-feira, Junho 29, 2007
Acreditei no tempo e aprendi a desfolhar momentos,
porções aprisionadas,
olhar sonolento,
mãos feridas...
Criei na paisagem nublada contornos transparentes...
Fotografei um instante da vida...
Tentei congelar na distância teu silêncio no encanto de ser...
No impacto da plenitude recuei e chorei as pétalas esquecidas,
amargura de um anônimo mistério...
Vacilei no passo,
força suada,
corpo fragilizado,
sombra projetando desejos,
sonhos enlouquecendo a alma...
Acreditei no aroma encardido de tuas palavras,
sentenças manipuladas...
Retornei simplesmente na pressa de curvas inacabadas...
Pincelei emoções doiradas no (re)encontro de tua poesia...
Bebi na sofreguidão da canção o vinho intercalando expectativas,
gorjeio dedilhado no crepúsculo da saudade...
Ornamentei a grama sonolenta com girassóis...
Sentei-me na invisível emoção,
aspiração retalhada na dor,
razão profanada na esperança disforme...
Em tua voz o infinito ressurge...
Os pássaros avançam em asas partidas...
Ecos flutuam na travessia do sentimento partilhado,
doçura da madrugada...
25.06.2007 - 11:49h (resomar)
posted by Resomar at 6/29/2007 09:55:43 PM
Domingo, Junho 17, 2007
Confesso a loucura de ser,
passos ousados,
busca de expressas trilhas,
eco do coração na ironia do silêncio que se derrama em intermináveis soluços...
Confesso carregar a alma esfarrapada,
consciência presente em trevas do absurdo,
lábios deformados,
ferida aberta sem o bálsamo do sentimento...
Confesso a dor (in)finita,
perplexidade rascunhada,
palavras inacabadas,
sede sinistra de esmagar a opressão,
amor diluído em razões e contradições...
Esquecidas vibrações,
marcas apagadas no olhar atônito em um trágico percurso de abandono...
11.06.2007 - 8:20h (resomar)
posted by Resomar at 6/17/2007 09:33:28 PM
Terça-feira, Maio 22, 2007
Não conseguia definir a razão de tua ausência,
silêncio encharcando a alma,
sentimentos em um avesso nublado...
Atravessei teus receios construídos na solidão...
Criei passos no ardor de lábios trêmulos,
fios de momentos que despertavam no brilho das estrelas...
Não conseguia morder a dor a invadir o pensamento no avesso sem trégua,
cotidiano interrogando palavras...
Nada se debruça em meus braços...
Prolongo-me no grito aprisionado,
revelação sagrada de um instante,
olhar atento na improvisada madrugada...
12.05.2007 - 17:45h (resomar)
posted by Resomar at 5/22/2007 09:46:54 PM
Para que possas seguir a sonoridade de teus passos,
silêncio (re)conquistado em lutas e cansaço,
direitos atrofiados na perplexidade de rótulos desbotados,
deixa-me correr afagando o indecifrável,
ternura abafada no corrimão ensombrado da floresta...
Para que o amor deslize em tuas mãos,
deixa-me expandir a alma nesta ausência que maltrata e sangra,
percursos esquecidos, sem retorno e cor...
Pergunto ao tempo onde ficaram os sonhos,
marcas na poeira?...
Transborda na dor a pulsação do abandono...
08.04.2007 - 21:18h (resomar)
posted by Resomar at 5/22/2007 08:24:23 PM
Já não sei quando palavras traduzem sentimentos,
ausência aglutinada em silenciosas ironias...
Paredes desbotadas,
suor em confuso espiral de pensamentos...
Já não sei se a morte aprovou a solidão,
corpo abandonado no esquecimento de ser,
olhar febril apostando no cansaço de não-ser...
Assalta-me tua imagem na estação consumindo desejos de possuir certezas...
Evidências naturalizam a alma (re)torcida,
gritos amedrontados,
apodrecidas lágrimas,
quedas no anoitecer da dor...
Já não sei se será possível retornar aos teus braços...
Ousada vida (re)construída no espelho do anonimato...
Forças cambaleando na escuridão despertam para não habitar o inferno sagrado...
Peregrinas na tirania soberba de normas travestidas...
O amor em um inacreditável momento se espanta,
adormece e desaparece na estrela nublada, eternizada na paisagem empoeirada...
Irresistível saudade, percurso desprendido,
identidade fragmentada no soluço que nos entrelaça!...
15.03.2007 - 11:35h (resomar)
posted by Resomar at 5/22/2007 03:51:45 PM
Incapaz de prosseguir permaneci na fidelidade do aqui...
Exprimi nostalgias em palavras incoerentes,
perecíveis sentimentos atordoados...
Retirei máscaras engavetadas em troca da liberdade transparente,
morada da infinitude...
Penetrei na dor perfeita,
(des)encantos feridos,
marcas empoeiradas,
olhar a vagar na solidão...
Incapaz de prosseguir permaneci na finitude do agora...
06.03.2007 - 15:45h (resomar)
posted by Resomar at 5/22/2007 03:48:02 PM
Segunda-feira, Maio 21, 2007
Eu te peço um pássaro que saiba contemplar a diversidade de ritmos,
silêncio de pétalas esquecidas,
poesia na cumplicidade amorosa...
Eu te peço a liberdade de marcas impressas na alma,
clarão amargo em desencontros,
alma de saudade a vagar sem a esperança de ser...
Colho no tempo migalhas,
corpo jogado no tormento da solidão,
amarras respirando inexplicável abandono...
Eu te peço a ousadia de sobrevoar o pranto que me cerca em pedras trilhadas,
pés feridos, final de estação!...
05.03.2007 - 16:05h (resomar)
posted by Resomar at 5/21/2007 02:01:39 PM
Domingo, Maio 20, 2007
(Des)conheço a geografia das lágrimas em teu corpo a nutrir raízes de solidão...
Cicatrizes (re)clamam devaneios,
desejos apagam contradições...
Sombras na agonia dedilham espaços amargos no peito que arde e se demora a devorar acessos em mudos cenários de abandono...
(Des)conheço o amor soterrado na escuridão enlouquecida,
escombros esmigalhados no percurso retorcido de saudades...
Na areia tropeço na (in)certeza do amanhecer,
beijo reprimido a sobrevoar metades doloridas...
07.03.2007 - 17:45h (resomar)
posted by Resomar at 5/20/2007 10:46:19 PM
Formulei hipóteses impregnadas de sentimentos ambíguos...
Convivi na agonia,
tempo aprisionado,
emoção carregando (des)encontros e pranto...
Atravessei ventanias,
bebi (in)certezas na loucura de te amar...
Venci medos e inquietações (re)descobrindo nas aparências um "jeito de ser"...
06.03.2007 - 16:05h (resomar)
posted by Resomar at 5/20/2007 08:56:54 PM
Quinta-feira, Maio 03, 2007
Não quero condolências,
silêncio exalando melancolia,
soluços em vigílias de insônia...
Não quero passos fragilizados,
palavras inacabadas e amedrontadas,
cansaço na turbulência desencontrada,
ferida aberta a sangrar interminável pranto...
Quero a dor em seu mais alto grau de entrega,
melodia entrelaçando a vida em sonhos,
opções marcadas no êxtase amoroso sem comoções e receios...
Quero tua face brilhando ao tocar meus lábios inertes,
mãos abertas para abraçar dúvidas e contratempos,
lágrimas ausentes nas madrugadas...
Quero continuar ao teu lado no tempo que se eterniza,
saudade infinita colhida em laços que nos uniram para sempre!...
24.02.2007 - 10:30h (resomar)
posted by Resomar at 5/3/2007 04:48:18 PM
Sexta-feira, Abril 27, 2007
Não trazias flores na bagagem esquecida,
talvez (re)colhida na sala de espera...
Fotografavas as disputas de passos vacilantes,
sonhos amedrontados adormecidos,
janelas vazias marcadas na ausência à espreita da esperança...
Não trazias sentimentos traduzidos em palavras,
razões não consentidas no avesso da dor...
Percebias o vagar de equilibrados vôos,
mistérios velados no descompasso do coração...
Não trazias a poesia do anoitecer,
magia do corpo violado,
hipótese transformada em pétala viva no turbilhão da solidão!...
24.02.2007 - 10:00h (resomar)
posted by Resomar at 4/27/2007 10:10:36 PM
Não serei luta inacabada,
flor pisoteada,
trilha perdida negando acesso...
Não serei chão abandonado,
rumor de folhas desencontradas,
amor partido sem cessar o amargor da alma...
Recuso a derrota,
circunstâncias acorrentadas à receios,
movimentos estranhos no vagar de incertezas,
provisórios sonhos,
(des)encantos imersos no abandono,
solidão bebendo conturbados sentimentos...
Basta-me a paisagem,
marca de possibilidades,
crepúsculo prateado incendiando nas estrelas
o vinho da paixão...
23.02.2007 - 22:12h (resomar)
posted by Resomar at 4/27/2007 10:06:29 PM
Sexta-feira, Abril 13, 2007
Contemplo o nublado na mente a insistir um ritmo aquecido em direção a ti...
Sonhos enterrados na rotina empoeirada do tempo...
Amanhece e o teu sorriso se apaga ao percorrer circunstâncias doídas...
Contemplo tuas aflições ensurdecidas,
fracassos refugiados na solidão estranha vislumbrando amargos lamentos...
Contemplo tuas súplicas no desespero do coração desfigurado...
Se te faltar a palavra,
resposta de ansiedades acumuladas,
leva a serenidade de ondas que nos lavaram na areia da saudade...
Se te faltar ousadia na travessia de convenções,
segura em minha mão,
saberemos espalhar alma liberta em campos desertos,
e os girassóis outra vez insistirão no vigor e na esperança...
22.02.2007 - 11:00h (resomar)
posted by Resomar at 4/13/2007 09:09:19 PM
Temporal escorre em mim,
caminho em fuga de nossas metades desencontradas...
Trêmula, a alma palmilha na solidão...
Medos e trovoadas interpretadas no espelho mudo,
marcado no reflexo da ausência...
Não canso de expor transparência,
sentimento a respirar paixão...
Sangra nas teclas impossibilidades,
pétalas pisoteadas ao som de anônimos passos...
Ficou o sonho adormecido no abandono de sombras sem brilho,
(in)diferença prepotente de razões insolentes...
Ficou a procura de ser...
Arde incômodo apelo,
movimento na atmosfera,
compromisso (in)coerente,
intuição arrebatada do coração...
20.02.2007 - 16:25h (resomar)
posted by Resomar at 4/13/2007 08:49:07 PM
Sábado, Abril 07, 2007
Quero sentir o pranto se consumindo na solidão,
dor (re)descobrindo farrapos (des)coloridos
entregues em um exausto sonambulismo...
Quero deixar a lágrima em véspera de despedida
voltar aos caminhos depredados,
telhados descobertos,
vazio enrugado,
tempo na areia desfolhada...
19.02.2007 - 12:28h (resomar)
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